Quem sou eu
Uma vida dedicada a ajudar pessoas a encontrar sentido
Mais de três décadas entre a clínica, a docência e o estudo da obra de Viktor Frankl.

Prof. Me. Guilherme Falcão
Psicólogo Clínico (CRP 08/04130), Filósofo, Logoterapeuta e Gerontólogo.
Formado em Psicologia e Filosofia, com Mestrado e pós-graduação em Teologia, especializei-me em Psicologia Clínica, Logoterapia e Análise Existencial, Gerontologia Social e Sexualidade Humana. Sou certificado pelo Instituto Viktor Frankl de Viena, berço da abordagem que uso desde o início da minha trajetória clínica.
Desde 1995 sou Diretor da ALVEF, Associação de Logoterapia Viktor E. Frankl , em Curitiba, e fui Fundador, Consultor e Presidente da ABLAE, Associação Brasileira de Logoterapia e Análise Existencial (gestão 2014–2015), hoje seu Vice-presidente. Também sou sócio do Instituto Phileo de Psicologia, onde atendo atualmente.
Como professor universitário há décadas, lecionei Filosofia, Antropologia e Psicologia em diversas instituições, e já palestrei em congressos nacionais de Logoterapia como o CBLAE e os Encontros Regionais Sul-Brasileiros.
Formação e atuação
Credenciais
Formação acadêmica
- Graduação em Psicologia
- Graduação em Filosofia
- Mestrado
- Pós-graduação em Teologia
- Especialização em Psicologia Clínica
- Especialização em Logoterapia e Análise Existencial
- Especialização em Gerontologia Social
- Especialização em Sexualidade Humana
Associações e cargos
- Diretor da ALVEF (desde 1995)
- Ex-presidente da ABLAE (2014–2015)
- Vice-presidente da ABLAE
- Certificação do Instituto Viktor Frankl de Viena
- Sócio do Instituto Phileo de Psicologia
Docência e autoria
- Professor universitário (Filosofia, Antropologia, Psicologia)
- Palestrante em congressos de Logoterapia (CBLAE, ABLAE)
- Coautor de 2 livros, veja em Publicações
Missão
"Não é uma questão de se perguntar 'por que viver?', mas sim 'para que viver?'"
Essa frase resume minha prática clínica desde os anos 1990. Meu trabalho não é apenas tratar sintomas, é ajudar cada pessoa a resgatar, dentro de si, os motivos que já tem para viver, mas que a dor, o luto ou o esgotamento fizeram esquecer.
